Esses olhos que me fitam, esperançosos por um querer... Banhados em lágrimas, gritam, contorcem-se sem se mover. Esses olhos que me lambem, sedentos de qualquer carícia... Suplico-lhes que me chamem no silêncio desta hora propícia. Esses olhos que me consomem, saudosos desta relação sucinta, não desviam-se, porém somem sussurrando um: - SINTA... Sinta...
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