domingo, 12 de fevereiro de 2012

A porta


Então, fechou-se a minha porta de fuga ...
A loucura veio como uma martelada,
e o desespero foi para as mãos
que correram trêmulas até a cabeça...

Lágrimas saltavam dos olhos perdidos.
Nenhuma luz mostrava uma saída
e tudo parecia desmoronar!
Estava tudo sem rima, sem métrica...

Olhei para os lados. Uma opção? Sim!
Uma janela aberta: uma corda para agarrar...
Um farelo de esperança cai de uma lágrima.
Absorto, felicíssimo: a porta dos fundos aberta!

Pintura "Desespero", de Fátima Carvalho

Um comentário:

  1. Gostei do poema, apesar que não senti muita intensidade...

    Até breve!

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